O último respirar antes do mergulho, quando não ouço sua voz se dirigindo a mim é como se necessitasse do ar, daquele último ar que suspirei antes do mergulho.
Nunca houve contato, nem sequer o toque, o olhar nos olhos, mas ainda assim a sua ausência traz estragos diários.
Me reabasteço diariamente, mas há dias que necessito de alimento extra pra que o ar antes do mergulho seja suficiente.
Os finais de semana parecem ser eternos, como se a voz ao telefone fosse meu alimento diário.
Você decide o proceder de todo meu dia. O mundo pode desabar diante de mim, mas caso me dê um segundo de sua atenção, para as conversas, as cantadas subentendidas, tenho meu dia ganho.
Não o julgo por fazer com que eu me sinta assim, afinal de contas, esse é seu trabalho, falar comigo, me dar sua atenção!!! Mas me condeno a sentir o que sinto.
Não foi o que sonhei ter, você pela metade não é suficiente pra mim, mas na situação em que em encontro,o suficiente é o necessário.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
By Castro
Como sei que estará dormindo quando eu chegar queria dizer algo:
Que tudo é mais fácil com você;
as batatas e Danone foi a melhor idéia que tivemos, nada de frutas.
Dizer que to quase precisando de um psicólogo depois de quebrar um espelho...quebrado.
Que tudo é contente quando penso que está ao meu lado, as vezes na garupa reclamando sempre que passo em todos os buracos da avenida.
Que me cobraram a bike ontem e eu quase chorei.
Eu te devo o mundo e você nunca me cobra.
Amo você
Para Ale Jejé.
Que tudo é mais fácil com você;
as batatas e Danone foi a melhor idéia que tivemos, nada de frutas.
Dizer que to quase precisando de um psicólogo depois de quebrar um espelho...quebrado.
Que tudo é contente quando penso que está ao meu lado, as vezes na garupa reclamando sempre que passo em todos os buracos da avenida.
Que me cobraram a bike ontem e eu quase chorei.
Eu te devo o mundo e você nunca me cobra.
Amo você
Para Ale Jejé.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
O que sou...
Aprendi uma vez que somos o que gostamos, sendo assim, sou músicas, sou livros, sou fotografias. Sou lua cheia, dias frios e céu estrelado. Sou esmaltes coloridos, lápis de olho e rímel. Sou sorrisos, olhares e abraços. Sou indiretas, sou declarações, sou longas conversas. Sou sonhos e palavras de amor . Sou família, amigos e amores platônicos. Sou romance, magia e emoção
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Eu quero...
...piadas internas, acordar de madrugada com uma msg da pessoa que amo, eu quero uma florzinha roubada de um jardim qualquer *-* Quero um amor aventureiro, quero um beijo no meio da briga, quero surpresas, quero uma coletânea com músicas ruins ou não, que descrevam o MEU amor. Quero ter vontade de gritar com alguém, quero jogar coisas em alguém e dizer 'saia da minha vida', mesmo sabendo que se sair, eu morreria cada dia por dentro. Não quero que fale que meus olhos são lindos, mais que por algum motivo, que goste de olhar para eles. *-* Quero um amor maior que eu, quero um amor inventado. Eu quero absurdos, eu quero amor sem fim...
Eu quero te dizer que eu só sei amar assim...
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Alessandra`

Ao invés de curtos encontros que tivessem sido marcadas visitas eternas.
Ao contrário de boas ações que viesse tumultos a comprometer a minha vida.
Que meu par viesse com o livre arbítrio e não aprisionado a um passado tão presente.
Que a multidão me condenasse e você não concordasse com a maioria.
Que fosse dito não a todas as possibilidades que viesse tratar a respeito de um só.
Que não transformasse em terreno vazio antes o parque cheio de diversões.
Não como uma figura repetida, mas que eu fosse a sua única insistência válida.
Que eu torne um vício vital ao invés de uma opção mesmo que predileta.
Que as portas estejam sempre encostadas e não trancafiadas como estão as possibilidades absurdas.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Escrito por: Rick Castro*
Numa intensidade a pesar, a que não permitia qualquer suspiro aliviado, veio rápido um sentimento rígido, nada digerível, ainda sim engolido goela a baixo e já espalhando entre meu corpo, afim que pedia retorno, gritava e já se rendia. Veio com força sobreposta ao meu corpo fraco, aberto, disposto, que nem pensou em negar entrega. Era o toque quem me tirava a base, o equilíbrio, qualquer lucidez que viesse a existir. O que me acontecia era sublime, podia apalpar o desejo com as mãos, ver seus ancestrais nos seus traços, me aliviar com as palavras engasgadas, nunca colocadas a julgamento. Certo que já estou envolvida, rendida e presa a
você, ao ponto de já não conseguir correr pra longe, de não mais me ouvir, e nem falar mais do eu o de antes de te conhecer.
você, ao ponto de já não conseguir correr pra longe, de não mais me ouvir, e nem falar mais do eu o de antes de te conhecer.
terça-feira, 6 de julho de 2010
9dades
Eh que depois que tudo passou, fico com a impressão de que o medo foi exagero.
Mamãe fez a cirurgia, deu tudo certo...Estou muito feliz =)
Mamãe fez a cirurgia, deu tudo certo...Estou muito feliz =)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Saudades de casa

Foram tantos anos longe de casa. Exatamente 4 anos de 6 meses de faculdade, em Gyn. Com a separação dos meus pais foram 2 anos e 6 meses morando com meu pai, sem contar os 6 meses morando em Formoso com minha tia... Agora 2 meses em Palmas, tantos anos se passaram e a saudades de casa ainda permanece. Pra falar a verdade nunca havia conseguido identificar o motivo de ter saudades de casa. De que casa?
Foi este fim de semana, comendo a comidinha da mãe (cansada em comer todos os dias em restaurantes e lachonetes), as conversas, assistindo nossas séries favoritas, Gilmore Girls, The O.C., recebendo um beijo de boa noite, o cobrir do lençol na minha cama, no meu quarto, me fez perceber que em todo tempo, em todos esses anos, o que sentia falta era da mãe. Tiver a certeza de que a saudade de casa se resumia em sentir falta dela. Desta forma, onde ela estiver aí estará meu lar. Amanhã, dia 06/07 ela fará uma cirurgia, e isso me deixa muito apreensiva, chega até dar medo. Preciso desse porto seguro, preciso ter ela pra me sentir segura, pra ter onde voltar quando tudo der errado. Eu quero que tudo dê certo, pois não sei o que farei se houver perda, mas não quero cogitar essa possibilidade, pois não tenho estrutura bastante pra agüentar pensar nisso, pois ela é a base, e sem base tudo acaba. Todos os sonhos, os planos, as perspectivas, tudo isso acaba. O que me resta é a espera.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Quando te vejo
Quando te vejo, assim que me sinto, olho em volta a tudo tentando evitar qualquer brusco movimento que me afaste de você, naqueles poucos segundos, as minhas intenções são tantas e contraditórias torço pra que você não me note ou que me perceba de imediato.
Me preocupo nas suas conclusões caladas, se ainda tento ser natural me pareço ser totalmente desigual ao que de fato apresento ser .
Quando noto sua presença, parece que não me falta nada e ainda espero sempre algo a mais uma última troca de olhar ao menos aquela que nos toma o ar.
A mão não encontra posição, a boca cala e o único movimento que se sente é o respirar pausado e o palpitar do coração que parece ser ouvido por todo mundo.
A face se perde a minha única preocupação é me mostrar enturmada, comunicativa, bem arrumada o bastante pra que eu seja notado por alguém que leve a você informações sobre mim, visto minhas melhores roupas, estampo aquele melhor sorriso, preparo um discurso para me sair bem e transmitir tamanha confiança, imagino repetidas vezes qual seria melhor situação que iria nos envolver e me trazer você, e todas prefiro aquela que você não me diz nada e me pede pra me ter.
Tamanha é a frustração, palavras ensaiadas e nunca ditas, aquelas que lembro só depois que vejo você distante, enquanto no momento tenho apenas aquele amarelo sorriso e um Básico cumprimento rotineiro.
Ainda existe aquela certeza frustrada, de pensar que já se esta melhor, bem o bastante pra seguir sozinho, até o instante que encontro você e tudo se transformam em idéias equivocadas.
Mais ainda sou uma tola apaixonada que nem consegue transmitir um sentimento, torço pra que você perceba um dia, e que numa realidade próxima de acontecer, você veja minha fiel vontade de ter um dia .
Me preocupo nas suas conclusões caladas, se ainda tento ser natural me pareço ser totalmente desigual ao que de fato apresento ser .
Quando noto sua presença, parece que não me falta nada e ainda espero sempre algo a mais uma última troca de olhar ao menos aquela que nos toma o ar.
A mão não encontra posição, a boca cala e o único movimento que se sente é o respirar pausado e o palpitar do coração que parece ser ouvido por todo mundo.
A face se perde a minha única preocupação é me mostrar enturmada, comunicativa, bem arrumada o bastante pra que eu seja notado por alguém que leve a você informações sobre mim, visto minhas melhores roupas, estampo aquele melhor sorriso, preparo um discurso para me sair bem e transmitir tamanha confiança, imagino repetidas vezes qual seria melhor situação que iria nos envolver e me trazer você, e todas prefiro aquela que você não me diz nada e me pede pra me ter.
Tamanha é a frustração, palavras ensaiadas e nunca ditas, aquelas que lembro só depois que vejo você distante, enquanto no momento tenho apenas aquele amarelo sorriso e um Básico cumprimento rotineiro.
Ainda existe aquela certeza frustrada, de pensar que já se esta melhor, bem o bastante pra seguir sozinho, até o instante que encontro você e tudo se transformam em idéias equivocadas.
Mais ainda sou uma tola apaixonada que nem consegue transmitir um sentimento, torço pra que você perceba um dia, e que numa realidade próxima de acontecer, você veja minha fiel vontade de ter um dia .
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Instante mágico
A sua ausência me adormeceu, me fiz aço forte, tirei as estúpidas feições a caráter e me despi da ignorância depois de goles de realidade e socos a cada desencontro. Me pus sobre o chão frio, rompi o nosso pacto, o refiz novamente.
Me vesti de coragem, me pus de pé, me enfeitei de otimismo, me libertei das pulseiras e algemas de remorso e da camisa desbotado do passado.
Botei um sorriso descente, óculos escuros e caminhei por onde ainda não tinha me permitido andar. Cruzei a avenida da esperança, voltei a lavanderia onde resgatei os desgastados e velhos sonhos, pedi informações na estação e me encontrei lá mesmo, me desconheci ao falar com estranhos, rabisquei o universo monótono, desmanchei desenhos de nuvem, cantarolei no escuro do túnel, sorri no desconforto do banco da praça, amei em sentir calor humano no apertar e sacudir do ônibus, caminhei até as duas e rompi o meu limite físico, recostei nas largas e pontudas montanhas, causei ao sorri alto do nada, estendi pra tarde todo prazer humano.
Me vesti de coragem, me pus de pé, me enfeitei de otimismo, me libertei das pulseiras e algemas de remorso e da camisa desbotado do passado.
Botei um sorriso descente, óculos escuros e caminhei por onde ainda não tinha me permitido andar. Cruzei a avenida da esperança, voltei a lavanderia onde resgatei os desgastados e velhos sonhos, pedi informações na estação e me encontrei lá mesmo, me desconheci ao falar com estranhos, rabisquei o universo monótono, desmanchei desenhos de nuvem, cantarolei no escuro do túnel, sorri no desconforto do banco da praça, amei em sentir calor humano no apertar e sacudir do ônibus, caminhei até as duas e rompi o meu limite físico, recostei nas largas e pontudas montanhas, causei ao sorri alto do nada, estendi pra tarde todo prazer humano.
Assinar:
Postagens (Atom)