quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O que sou...

Aprendi uma vez que somos o que gostamos, sendo assim, sou músicas, sou livros, sou fotografias. Sou lua cheia, dias frios e céu estrelado. Sou esmaltes coloridos, lápis de olho e rímel. Sou sorrisos, olhares e abraços. Sou indiretas, sou declarações, sou longas conversas. Sou sonhos e palavras de amor . Sou família, amigos e amores platônicos. Sou romance, magia e emoção

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eu quero...


...piadas internas, acordar de madrugada com uma msg da pessoa que amo, eu quero uma florzinha roubada de um jardim qualquer *-* Quero um amor aventureiro, quero um beijo no meio da briga, quero surpresas, quero uma coletânea com músicas ruins ou não, que descrevam o MEU amor. Quero ter vontade de gritar com alguém, quero jogar coisas em alguém e dizer 'saia da minha vida', mesmo sabendo que se sair, eu morreria cada dia por dentro. Não quero que fale que meus olhos são lindos, mais que por algum motivo, que goste de olhar para eles. *-* Quero um amor maior que eu, quero um amor inventado. Eu quero absurdos, eu quero amor sem fim...
Eu quero te dizer que eu só sei amar assim...

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Alessandra`


Ao invés de curtos encontros que tivessem sido marcadas visitas eternas.
Ao contrário de boas ações que viesse tumultos a comprometer a minha vida.
Que meu par viesse com o livre arbítrio e não aprisionado a um passado tão presente.
Que a multidão me condenasse e você não concordasse com a maioria.
Que fosse dito não a todas as possibilidades que viesse tratar a respeito de um só.
Que não transformasse em terreno vazio antes o parque cheio de diversões.
Não como uma figura repetida, mas que eu fosse a sua única insistência válida.
Que eu torne um vício vital ao invés de uma opção mesmo que predileta.
Que as portas estejam sempre encostadas e não trancafiadas como estão as possibilidades absurdas.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Escrito por: Rick Castro*

Numa intensidade a pesar, a que não permitia qualquer suspiro aliviado, veio rápido um sentimento rígido, nada digerível, ainda sim engolido goela a baixo e já espalhando entre meu corpo, afim que pedia retorno, gritava e já se rendia. Veio com força sobreposta ao meu corpo fraco, aberto, disposto, que nem pensou em negar entrega. Era o toque quem me tirava a base, o equilíbrio, qualquer lucidez que viesse a existir. O que me acontecia era sublime, podia apalpar o desejo com as mãos, ver seus ancestrais nos seus traços, me aliviar com as palavras engasgadas, nunca colocadas a julgamento. Certo que já estou envolvida, rendida e presa a
você, ao ponto de já não conseguir correr pra longe, de não mais me ouvir, e nem falar mais do eu o de antes de te conhecer.

terça-feira, 6 de julho de 2010

9dades

Eh que depois que tudo passou, fico com a impressão de que o medo foi exagero.
Mamãe fez a cirurgia, deu tudo certo...Estou muito feliz =)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Saudades de casa


Foram tantos anos longe de casa. Exatamente 4 anos de 6 meses de faculdade, em Gyn. Com a separação dos meus pais foram 2 anos e 6 meses morando com meu pai, sem contar os 6 meses morando em Formoso com minha tia... Agora 2 meses em Palmas, tantos anos se passaram e a saudades de casa ainda permanece. Pra falar a verdade nunca havia conseguido identificar o motivo de ter saudades de casa. De que casa?
Foi este fim de semana, comendo a comidinha da mãe (cansada em comer todos os dias em restaurantes e lachonetes), as conversas, assistindo nossas séries favoritas, Gilmore Girls, The O.C., recebendo um beijo de boa noite, o cobrir do lençol na minha cama, no meu quarto, me fez perceber que em todo tempo, em todos esses anos, o que sentia falta era da mãe. Tiver a certeza de que a saudade de casa se resumia em sentir falta dela. Desta forma, onde ela estiver aí estará meu lar. Amanhã, dia 06/07 ela fará uma cirurgia, e isso me deixa muito apreensiva, chega até dar medo. Preciso desse porto seguro, preciso ter ela pra me sentir segura, pra ter onde voltar quando tudo der errado. Eu quero que tudo dê certo, pois não sei o que farei se houver perda, mas não quero cogitar essa possibilidade, pois não tenho estrutura bastante pra agüentar pensar nisso, pois ela é a base, e sem base tudo acaba. Todos os sonhos, os planos, as perspectivas, tudo isso acaba. O que me resta é a espera.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Quando te vejo

Quando te vejo, assim que me sinto, olho em volta a tudo tentando evitar qualquer brusco movimento que me afaste de você, naqueles poucos segundos, as minhas intenções são tantas e contraditórias torço pra que você não me note ou que me perceba de imediato.
Me preocupo nas suas conclusões caladas, se ainda tento ser natural me pareço ser totalmente desigual ao que de fato apresento ser .
Quando noto sua presença, parece que não me falta nada e ainda espero sempre algo a mais uma última troca de olhar ao menos aquela que nos toma o ar.
A mão não encontra posição, a boca cala e o único movimento que se sente é o respirar pausado e o palpitar do coração que parece ser ouvido por todo mundo.
A face se perde a minha única preocupação é me mostrar enturmada, comunicativa, bem arrumada o bastante pra que eu seja notado por alguém que leve a você informações sobre mim, visto minhas melhores roupas, estampo aquele melhor sorriso, preparo um discurso para me sair bem e transmitir tamanha confiança, imagino repetidas vezes qual seria melhor situação que iria nos envolver e me trazer você, e todas prefiro aquela que você não me diz nada e me pede pra me ter.
Tamanha é a frustração, palavras ensaiadas e nunca ditas, aquelas que lembro só depois que vejo você distante, enquanto no momento tenho apenas aquele amarelo sorriso e um Básico cumprimento rotineiro.
Ainda existe aquela certeza frustrada, de pensar que já se esta melhor, bem o bastante pra seguir sozinho, até o instante que encontro você e tudo se transformam em idéias equivocadas.
Mais ainda sou uma tola apaixonada que nem consegue transmitir um sentimento, torço pra que você perceba um dia, e que numa realidade próxima de acontecer, você veja minha fiel vontade de ter um dia .

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Instante mágico

A sua ausência me adormeceu, me fiz aço forte, tirei as estúpidas feições a caráter e me despi da ignorância depois de goles de realidade e socos a cada desencontro. Me pus sobre o chão frio, rompi o nosso pacto, o refiz novamente.
Me vesti de coragem, me pus de pé, me enfeitei de otimismo, me libertei das pulseiras e algemas de remorso e da camisa desbotado do passado.
Botei um sorriso descente, óculos escuros e caminhei por onde ainda não tinha me permitido andar. Cruzei a avenida da esperança, voltei a lavanderia onde resgatei os desgastados e velhos sonhos, pedi informações na estação e me encontrei lá mesmo, me desconheci ao falar com estranhos, rabisquei o universo monótono, desmanchei desenhos de nuvem, cantarolei no escuro do túnel, sorri no desconforto do banco da praça, amei em sentir calor humano no apertar e sacudir do ônibus, caminhei até as duas e rompi o meu limite físico, recostei nas largas e pontudas montanhas, causei ao sorri alto do nada, estendi pra tarde todo prazer humano.

domingo, 18 de abril de 2010

Quem sou eu?





Quem sou eu? Hum, descrever-me não é fácil, mesmo com tantas manias distintas e exclusivas...
Sou aquela que vira as costas pra que o leite suba mais rápido, mas nunca compreende que o leite sabe que estou blefando, assim ele não sobe, só quando estou realmente distraída.
Sou aquela que sempre deixa no café da manhã um restinho de leite no copo, não sei o motivo, mas nunca consigo tomá-lo por completo. Aquela que coloca açúcar no leite, mesmo sabendo que o toddy vem adoçado, doce pra mim nunca é demais (os quilinhos a mais que o digam). Aquela que só toma leite quente ou leite gelado, nada de natural.
Aquela que só usa desodorante aerosol, ama roupas com lacinhos, parecidos com os de criança, é louca e apaixonada por fotos, por tirá-las, editá-las, apreciá-las...
Aquela que teve medo ao finalizar a faculdade, me perguntando se realmente era aquilo que queria. Que odeia quando me criticam pela escolha de ser professora, fico pensando, se ninguém escolhesse esta profissão, o que seriam dos médicos e doutores, afinal, sem nós, professores a educação não iria pra frente. Falando em doutores, odeio quando os médicos e advogados nos obrigam a chamá-los de doutores, sendo que estes nem concluíram o mestrado e nem fizeram doutorado.
Sou aquela que tem medo de perder a mãe, muito medo, é tudo que tenho.
Aquela que gostaria de dizer a todos que não tomo bebida alcoólica, pois tenho medo de me viciar, afinal, meu pai morreu disso, e me disseram que o alcoolismo está ligado à genética, então, não é só porque sou “crente” ou porque tenho uns problemas de saúde que não bebo.
Aquela que ama conservar amigos, mas confessa que perdeu uma de suas amigas por orgulho, mas é uma lição, pra que não possa acontecer novamente.
Aquela que já pulou de uma ponte porque todos os outros amigos pularam, então confesso que aquela perguntinha que a mãe faz: “se um amigo pular de uma ponte vc pula?”, a resposta é SIM.
Aquela que sonha com o casamento perfeito, num lugar perfeito, com o cara perfeito. Que sonha em ter a própria casa, o próprio cachorro, a própria família, não descartando a antiga, mas acredita que isso pode não acontecer, tenho exemplos de casamentos que não deram certo, na própria casa com a mãe e o padrasto vejo que o casamento é complicado.
Aquela que não consegue ajuntar dinheiro sobre hipótese alguma, assim como diz minha tia Sirlene: “não fui eu que espalhei pra quê ajuntar?”.
Sou aquela que gosta de ver a tradução das músicas em inglês só pra não pagar o mico de dizer que minha música preferida é aquela que insulta uma mãe, como as músicas do Eminem.
Aquela que quando morava em Gyn ia todas as segundas (dia de promoção) no Buriti Shopping assistir filmes, ia sozinha, afinal de contas o cinema não foi feito somente para os encontros amorosos, confesso que a solidão as vezes me fascina, com ela posso me ouvir e me entender melhor.
Aquela que às vezes gosta de ficar sozinha, assim pode tomar sukita ao invés de pepsi, pode comer bolacha com recheio de morango ao invés de chocolate, pode colocar o volume do som mais alto na música que mais gosto, pode assistir o programa que quizer, enfim, pode ser ela mesma.
Sou aquela que já ficou mais de 10 horas direto em frente a TV assistindo o box dos seriados favoritos, que ficava até as 3:00 da manhã acordada assistindo as séries de TV do SBT. Aquela que no tempo da monografia lia o livro AMANHECER (com um peso enorme na consciência) o último da saga Crepúsculo, mas não parava de ler.
Aquela que se apaixonou por Edward Cullen da Saga Crepúsculo e foi ao cinema no dia da estréia de Lua Nova com as amigas, filme em dia de estréia é horrível, parece que é show, todo mundo gritando quando o Jacob aparecia nas cenas.
Aquela que confessa ouvir as músicas da Sandy, e acredita que a Wanessa Camargo é uma farsa...rsrsrs... Essas músicas marcaram minha adolescência, em minha família até me chamam de Sandy, naquela época era vício, tenho até umas reportagens guardadas.
Aquela que gostaria de perder uns 5 quilos, que pensa que os quilinhos a mais a impede de namorar. Tenho que me amar primeiro pra assim amar outra pessoa.
Sou aquela que se apaixonou por Rosa de Saron, considera que o Deus do evangélico é o mesmo do católico, então, porque não apreciamos e nos unimos nesse amor tão imenso e inclusivo.
São inúmeros os adjetivos dados a minha pessoa, poderia ficar aqui horas e horas, usar páginas e páginas dizendo quem sou eu, mas isso impediria que as pessoas se interessassem por mim, pois já saberiam de tudo, e as vezes é bom ser um pouco misteriosa, então caso queiram me conhecer melhor, estou aqui, disposta a isso.

Luiz Henrique Vaz de Castro





Embalada ao som de “Pés Cansados”, novíssimo single de Sandy Leah, escrevo sobre meu grande e inesquecível amigo, primo, confidente, sexy simbol (kkkkk), preguiçoso (que só acorda depois das 11h00min da “manhã”, aliás, quase “tarde”), que ás vezes se coloca como um pai, mãe, vizinho chato, conselheiro, que me encoraja a novos desafios, a fazer coisas que não faria em sã consciência...que passa a virada do ano comigo, perdido na praia da Graciosa, mas nunca me deixa só...enfim, falo do meu eterno confidente Rick...Posso descrevê-lo como aquele que sempre diz: “desse jeito vc num casa”, me repreendendo, dizendo que não tenho boas maneiras, só porque o arroto deu eco ou porque o “salão” está sendo limpo, até parece que quando bebe na boca do garrafão de água também não o impede do casamento, e ainda briga qndo conto pra mãe dele. Eh aquele que me deixa gritar, falar asneiras quando minha TPM está no auge, e mesmo assim me ama, me diz que vai ficar tudo bem. Eh aquele que compreende tudo que sinto, toda minhas dores de paixões, me acolhe, me dá os melhores conselhos e me deixa ciente de que o agir depende de mim e de que EU devo tomar a decisão, independente do conselho dado. Aquele que carrega mais de 350 carteiras só pra ir a um show comigo, show do grupo que EU amo e mesmo não dando certo não reclama nem briga comigo...eh aquele cruza a cidade de Palmas só pra me buscar, que vai a lugares inusitados só pra tirarmos aquela foto, a perfeita. Eh aquele que tenho planos de carreira, de criar NOSSO stúdio fotográfico, e assim trabalharmos com aquilo que amamos fazer, com a arte da imagem. Aquele que me ouve, que conversa sobre assuntos que nunca conversei com ninguém, como ele mesmo descreve, podemos dizer que somos assim: “Uma alma em dois corpos”, tão parecidos, gostamos dos mesmos estilos musicais, das mesmas frases, dos mesmos filmes, mesmas séries de TV, mesmos hobbies, sentimos até preguiça juntos, em dias chuvosos, depois de uma longa faxina melhor ficar em casa, o consenso foi recíproco. Rimos dos mesmos chavões: ‘nooooosa, Ronaldo?!; cadê meu chinelo?!; Pedrooooo devolve meu chipêêêêêêê.’ Somos tão ligados que mesmo estando distantes uns ainda perguntam “aí como está o Rick?”, como se o vissem em mim. Eh como nossas imagens fossem projetadas simultaneamente, sobrepostas, e que as pessoas não conseguissem nos ver ‘separados’. Mas isso não me incomoda, me dá a prova da importância e da dimensão dessa amizade.
Mesmo diante de tudo que passamos, sinto a necessidade de dizer, expressar explicitamente que não somente os laços sanguíneos nos une, mas toda uma história de companheirismo que temos. Nem a distância, nem o frio, calor, stress, minha TPM (que ás vezes é insuportável até pra mim), idas e vindas da vida pôde e poderá nos separar.
_________________________GOMES ama CASTRO_________________________